Disponibilizado alguns capitulos do meu livro A LANÇA DO DESTINO que será em breve lançado, https://www.wattpad.com/myworks/176604230-a-lança-do-destino
PROVÉRBIOS ÁRABE DO DIA:
"Dança do ventre, é a modalidade de dança que melhor simboliza a essência da criação, onde se agradecia o milagre da vida, louvando, com dança e oração, o prazer, o nascimento e a sensualidade feminina."
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
DICA DE LEITURA "IMORTAIS - O GRANDE ANJO NEGRO"
Disponibilizei alguns capitulos do meu livro que sera lançado, IMORTAIS O GRANDE ANJO NEGRO uma viagem pela antiguidade ate os dias atuais, se você gosta de um bom romance, aventura, sobrenatural, não pode deixar de ler, confira alguns capitulos disponíveis em: https://www.wattpad.com/myworks/93211403-imortais-o-grande-anjo-negro
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
ENTREVISTA COM A BAILARINA ELIANE HADASSAH
Começamos o ano de 2018 com uma entrevista que muito me dá
prazer em faze-la, entrevisto a bailarina Eliane Hadassah, essa maravilhosa
bailarinas de madeixas azuladas que encanta com seus movimentos graciosos da
dança do ventre:
Jamal -Habibit
Hadassah, vamos começar essa entrevista com um pouco de polemica, primeiramente
queria agradecer a você por me conceber essa entrevista, você que é uma
bailarina que acompanho a um certo tempo suas postagens e vídeos no face, mas,
queria lhe perguntar sobre os cabelos, você usa eles azuis que por sinal ficam
lindos em você, mas já sofreu algum tipo de preconceito no meio da dança?
Eliane Hadassah - Eu
acredito que não, o que acontece no meio é que muitas torcem o nariz pra outras
por não terem selos de qualidade ou ganhado concursos de dança, não sei se
encaixaria em preconceito.
J- A quanto tempo
pratica a dança do ventre?
Eliane Hadassah -Bom eu
comecei em 2002, mas como parei muitas vezes sempre falo que ao total tenho uns
5 há 6 anos de dança, talvez um pouquinho mais
J- Como e quando
foi o seu primeiro contato com a dança?
Eliane Hadassah - Foi na
minha primeira escola de dança Luxor em Santana, numa aula experimental com o
professora Hayat el Helwa
J- A dança pra
você é 100% treino ou 100% alma?
Eliane Hadassah - O ideal
seria que pudéssemos aliar as duas coisas juntas né, mas como ando estudando e
treinando o corpo muito pouco no momento minha dança está mais ligada ao 100%
alma
J- A dança do
ventre vem da cultura árabe, você aprecia outras coisas da cultura árabe ou
somente a dança do ventre?
Eliane Hadassah - Não! Aaprecio
de tudo um pouco, sua história, costumes, comida (essa eu como muito rsrs) e
tudo relacionado à ela, inclusive sua atual história.
J- Você tem
alguma bailarina em que se espelha?
Eliane Hadassah - São
muitas e seria até injusto nomear, mas de modo geral gosto de pegar um que de
cada bailarina que gosto na sua dança, seja ela conhecida ou mesmo uma aluna
ainda em início de aprendizado porque esse nunca acaba e aprendemos muito com
os outros.
J- Já conhece o
país berço da dança do ventre, Egito?
Eliane Hadassah - Será
minha primeira ou segunda viagem ao exterior, vai depender da oportunidade
Você acha que a dança do ventre merecia uma entidade de
classe que a representasse?
Eliane Hadassah -Acredito que não, acho que isso não
funcionaria numa dança tão livre como a dança do ventre
J- Qual seu
estilo preferido?
Eliane Hadassah - Todos,
mas em especial as folclóricas e clássicas
J- Os acessórios
como espadas, adagas, jarros, candelabros, o que acha deles?
Eliane Hadassah - Gosto muito de quase todos porque a adaga
em si é uma dança difícil de dançar e agradar ao público, não é uma das minhas
favoritas.
J- Algum dia
pensou em desistir da dança do ventre?
Eliane Hadassah -O tempo
todo penso nisso rsrsrs
J- Vi que você
dança outros ritmos musicais, faz uma fusão de outros estilos a dança do
ventre, você acha que as fusões são sempre bem vindas ou tem um limite?
Eliane Hadassah - Eu gosto
das misturas e fusões, acho que os limites pra mim teria mais a ver com
vestimentas que tem um povo que quer ficar praticamente pelada e movimentos que
as vezes são muito vulgares e fora da dança tradicional, fora esses exageros
são bem vindas
J- Atualmente
você dá aulas? pode deixar o contanto de sua escola para pessoas interessadas
em aprender, conhecer ou contratar para eventos.
Eliane Hadassah - Não dou
aulas e faço apenas eventos beneficentes em prol do gatil Lovecats da Vanessa
Moura, que é uma protetora independente que precisa de toda ajuda possível pra
manter mais de 100 gatos em sua residência. Ela faz um trabalho lindo de
resgate e adoção desses pequerruchos. E também participo dos eventos do AADC
(Amigos dos Animais que Dançam e Cantam) que ajuda muito esse gatil e outros
protetores independentes. Pra saber mais do meu trabalho beneficente é só me
chamar inbox no face Eliane Hadassah, ou se inscrever no meu canal do youtube
com o mesmo nome e tb entrar na página do AADC – facebook.com/AadAmigosDosAnimaisDancam
pra conhecer melhor o projeto
J- Tem algum projeto
para o futuro?
Eliane Hadassah - Dançar
direitinho rsrsrs e continuar com os projetos beneficentes
J- Eu vejo seus
vídeos e fico apaixonado pelos seus movimentos de mãos e braços, os treina
muito?
Eliane Hadassah - Deveria,
mas no momento meu foco está em equilibrar minha saúde
J- Quem foi sua
professora ou professoras de dança?
Eliane Hadassah - A minha
primeira professora foi a Kalista, depois Ysmia (ambas não trabalham mais com
dança), Jannah el Havanery de quem tive minha maior base na dança, Hayat el
Helwa, Lulu Sabongi e Aziza Mor Said.
J- Musicas
clássicas, o acha delas? Gosta de dança-las?
Eliane Hadassah - É
praticamente só o que danço rsrs porque sinto mesmo uma paixão grande por esse
estilo
J- Alguma
pergunta que queria me fazer?
Eliane Hadassah - Não sei,
minha curiosidade vem do porque você gosta de entrevistar as bailarinas pro seu
blog, o que te move à fazê-las?
J- Eu sou um apaixonado pela dança do ventre, ela passa pra
mim uma essência pura da feminilidade da mulher, gosto do universo que a
envolve, sua cultura e costumes, e montei meu blog justamente pra escrever
minhas ideias e opiniões sobre a dança, logo conheci muitas bailarinas e com
isso quis saber um pouco do que elas acham da dança, como se envolvem, o acham
que poderia melhorar, com isso surgiu as entrevistas a essa mulheres
maravilhosas que são todas vocês bailarinas de dança do ventre ou como eu
costumo falar bailarinas ventranas
J- Desejo a você
habibit um 2018 cheio de muita paz, saúde, felicidades, sucesso e muita dança
do ventre, te acho uma bailarina completa e maravilhosa, um sorriso exuberante
que encanta quando esta dançando , aprendi a ficar fã seu vendo seus vídeos, um
dia vou conhecer seu espaço de aulas. Um grande e carinhoso abraço
Eliane Hadassah - Muito obrigada pelo espaço e seu carinho, será sempre bem
vindo!
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
EM BREVE LANÇAMENTO DE LIVRO
PODE SE ENCONTRAR O AMOR DA SUA VIDA EM UMA SALA DE BATE PAPO?
E ELE PENDURAR POR ANOS E ANOS NA DISTANCIA, ATE QUE ACONTEÇA?
EM ""VAMOS TECLAR?"" VOCÊ CONHECERÁ A HISTORIA DE UM AMOR VERDADEIRO, QUE NASCEU EM UMA SALA DE BATE PAPO E ALONGOU-SE POR ANOS ATE QUE UM DIA FINALMENTE ACONTECEU, SUPEROU IMENSOS OBSTÁCULOS, ADVERSIDADES, COSTUMES, FAMÍLIAS E NO FIM O AMOR VENCEU.
VAMOS TECLAR? O MAIS NOVO LIVRO DE MARCELO JAMAL, EM BREVE A VENDA.
E ELE PENDURAR POR ANOS E ANOS NA DISTANCIA, ATE QUE ACONTEÇA?
EM ""VAMOS TECLAR?"" VOCÊ CONHECERÁ A HISTORIA DE UM AMOR VERDADEIRO, QUE NASCEU EM UMA SALA DE BATE PAPO E ALONGOU-SE POR ANOS ATE QUE UM DIA FINALMENTE ACONTECEU, SUPEROU IMENSOS OBSTÁCULOS, ADVERSIDADES, COSTUMES, FAMÍLIAS E NO FIM O AMOR VENCEU.
VAMOS TECLAR? O MAIS NOVO LIVRO DE MARCELO JAMAL, EM BREVE A VENDA.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
VISÃO DE UM SONHO
Por: Jamal Marzuq
Deitado ao chão;
Ouvindo o quebrar das ondas;
Sentindo a brisa fresca que entra pela porta;
Relaxado, distante, ouço o som de passos, estalados sobre o
assoalho de madeira,
Sutil, passos compassados, cadenciados, logo ouço uma
musica;
Batidas sonoras, envolventes, me embalam a seguir as batidas
com o balançar dos pés;
Abro os olhos e vejo a minha frente, bailando, rodopiando em
movimentos inimagináveis;
Ela, pura dança, ela, reluzente, em suas vestes leves, de
pele alva, um sorriso triplicado pelo prazer que sente;
Encara-me com seus olhos misteriosos, penetra minha alma, me
faz perder os sentidos e ficar ali, parado, abobado, aprovando seu modo de
dançar;
Olhando para cada detalhe de seu corpo, analisando a
perfeição, observando seus delicados pés, quando tocam ao chão;
Ali, parado, hipnotizado, apenas sou espectador, enquanto
ela desenvolve pelo assoalho sua pura coreografia de esplendor;
Já estou vencido, quando ao se aproximar me fixando o olhar,
deixa sobre meu inerte corpo um de seus pés repousar;
O toque é fatal, como de uma naja quando pica sua presa,
fico imobilizado, sentindo apenas seu toque;
Começa a percorrer meu corpo, vou sentido a maciez passeando
por cima do meu corpo, cada movimento seu sobre mim, me faz sentir ondas e mais
ondas de choque, entro em estado de nirvana, ela continua com seu pé passeando,
explorando toda extensão do meu corpo;
Logo chega ao meu rosto, me olhando nos olhos, repousa sobre
minha face seu instrumento de dança, de encanto, sobre meu rosto esta seu
delicado pé, o faz passear, sinto seu perfume, quando passa sobre meus lábios é
inevitável não deixar a boca se manifestar, um beijo, seguido de um leve abrir
de boca, logo seus dedos abrem meus lábios, como se estivessem brincando com
eles, é um convite, prendo entre os dentes seus delicados dedos, os beijo,
nessa hora o mundo já não faz mais sentido, apenas aquele momento, único, nesse
momento sou só seu, você é dona da situação, quando fito seus olhos vejo que
estão fechados, curtindo também o meu agrado;
Intensifico em minha boca já não há mais somente seu
delicado pé, vou subindo passeando meus lábios em suas pernas, explorando cada
centímetro delas, a bailarina fatal se rende, deixa seus joelhos se dobrarem,
suas vestes leves facilmente se abrem ao passar das minhas mãos, trago o abraço
mais apertado, colo seu corpo ao meu, logo sinto sua respiração ofegante a
minha frente, meus lábios sedentos vão de encontro aos seus, receptivos, um
novo bale acontece, desta vez sou coadjuvante, nossas línguas em perfeito
entrosamento bailam, os olhos cerrados, minhas mãos passeiam por toda extensão
do delicado, macio, perfumado e alvo corpo, simultaneamente os olhos se abrem,
se encaram, consigo ver através deles sua alma, sua essência, mais uma vez
estou perdidamente apaixonado, como se fosse à primeira vez, a trago de
encontro ao assoalho, repouso seu corpo sobre o meu, e abraçados peço para esse
sonho nunca terminar.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
DEUSES a Batalha Final
Na antiguidade, no começo de toda a
criação o mundo contava com a presença dos deuses na terra, os quais regiam seus
dominós e seu povo. Um mundo imenso, em que as fronteiras não se tocavam, cada
uma das três grandes terras que haviam, tinham seus deuses, poderosos,
venerados, eles não sabiam da existência de outras divindades além de seus
domínios, reinavam imponentes sobre seus domínios.
A jornada de um homem pelo mundo
trouxe a revelação de que havia outros povos e juntamente com esses novos povos,
havia outros deuses.
Ao retornar de sua jornada a sua
terra natal na península escandinava, o homem levou ao conhecimento de seu deus
rei, Odin, o rei dos deuses, a existência de um reino onde muitos deuses
governavam, uma terra onde o próprio sol era o seu deus, chamava-se Amon-Rá, era de poder
infinito e reinava soberano sobre todas as suas terras, Odin não sabia da
existência de outro deus além dele seus deuses comandados, não poderia haver na
terra outra divindade poderosa, resolve Odin ir ate as novas terras a fim de
desafiar o deus sol, Amon-Rá, dando inicio a uma batalha de divindades. Mas,
esse despertar de forças sobrenaturais chama atenção de um terceiro reino, do
alto de seu imponente monte no mediterrâneo,
Zeus o senhor dos céus resolve conferir esses outros reinos que se
despertam, dando assim o encontro dos três grandes deuses e seus deuses
aliados.
Uma batalha por poder, conquista, domínio,
para definir que é o único e verdadeiro deus, em meio a isso tudo, a
humanidade, os mais fracos, que sofrem com a fúria dos deuses em guerra, mas,
em seu meio há um homem especial que fara toda diferença nessa batalha de
deuses, definindo o futuro de cada um deles.
O mundo não será
mais o mesmo depois dessa batalha épica, todas as lendas são verdadeiras.
Venha
descobrir o final dessa grande batalha a qual definiu o mundo atual. Por que os
deuses viraram mitos e lendas? DEUSES a Batalha Final, o novo livro de Marcelo
Jamal, em breve nas livrarias.
terça-feira, 5 de abril de 2016
UMA DANÇA, UMA FILOSOFIA DE VIDA, UMA RELIGIÃO?
Por: Jamal
A dança do ventre é além de uma dança, pra mim ela é uma
filosofia de vida, uma dança simplesmente mexe com nosso humor, prazer e
melhora o desempenho corpóreo, já a dança do ventre ela é completa, mexe com a índole,
caráter, o comportamento, o corpo internamente e externamente, o humor, a
satisfação, a nossa cultura e muitas outras coisas, cada pessoa sabe os benefícios
que a dança do ventre traz, então ela não é mais uma simples dança como é o
samba, o forro, o ballet, ela é além de uma dança uma filosofia de vida ou
mais, uma religião onde a sua prece é através do corpo com seus movimentos.
Todos que se envolvem com a dança do ventre passam a conviver com a sua
cultura, suas historias, procura sempre estar envolto do seu ambiente, tenho
certeza que todas aqui se pudessem teriam uma casa 100% decorada no estilo árabe,
usariam as roupas típicas e se fartariam em sua culinária, esse despertar, esse
anseio por essas coisas é da dança, quando se entra nela é como se desligasse a
chave do mundo ocidental e ligasse a chave do mundo oriental antigo.
Quem faz dança do ventre não dança por dançar, dança por
prazer, se ficar sem dançar ou ensaiar o corpo sente falta, é como um vicio, porem,
um vicio bom, a bailarina de dança do ventre na minha opinião esta no degrau
mais alto da feminilidade sempre acima das mulheres que não praticam a dança, elas
tem sempre um algo a mais, o sorriso delas é o mais brilhante, o olhar mais
penetrante, o toque mais envolvente, a beleza mais aflorada, quando andam
parece que saem de dentro delas milhões de flores e espalham seu perfume pelo
ar, quando trajadas para dançar parecem deusas, o tempo para, os olhos fixam na
dança, o coração acelera, a boca seca, o corpo treme, o mundo pode estar em
caos e você não tem outra coisa a pensar além da bela dança que esta a sua
frente, aquele momento é único, divino, especial, é a bailarina dançando e você
ali, parado, hipnotizado como um servo fanático pela sua crença, que o tempo
demore a passar, que o derbake nunca se cale e que a bailarina jamais pare de
bailar.
A dança do ventre é uma filosofia de vida, é uma religião para
quem a pratica e também para quem a assiste, para quem vive dentro do seu
universo, eu sou um assíduo praticante da “religião” dança do ventre em sua
totalidade, todos os dias assisto os maravilhosos vídeos no youtube de diversas
bailarinas brasileiras e internacionais.
Gosto de ler artigos, estudar sobre os movimentos, os
ritmos, os sons, os instrumentos, a cultura, a origem, a evolução, e principalmente
sobre as nossas divinas bailarinas, e sou um privilegiado pois é no Brasil que estão
as melhores bailarinas.
Todas mulheres deveriam conhecer um pouco da “religião”
dança do ventre, tenho plena certeza que isso as faria serem muito diferentes,
sentiriam o corpo de dentro pra fora, seriam envolvidas pela cultura
maravilhosa, seriam de fato mulheres.
Que todas sempre encantem com sua divina dança.
Boa dança a todas
Bailarina foto: Joyce Françoso
Bailarina foto: Joyce Françoso
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