PROVÉRBIOS ÁRABE DO DIA:

"Dança do ventre, é a modalidade de dança que melhor simboliza a essência da criação, onde se agradecia o milagre da vida, louvando, com dança e oração, o prazer, o nascimento e a sensualidade feminina."

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

ENTREVISTA COM A BAILARINA ELIANE HADASSAH


Começamos o ano de 2018 com uma entrevista que muito me dá prazer em faze-la, entrevisto a bailarina Eliane Hadassah, essa maravilhosa bailarinas de madeixas azuladas que encanta com seus movimentos graciosos da dança do ventre:
 

Jamal -Habibit Hadassah, vamos começar essa entrevista com um pouco de polemica, primeiramente queria agradecer a você por me conceber essa entrevista, você que é uma bailarina que acompanho a um certo tempo suas postagens e vídeos no face, mas, queria lhe perguntar sobre os cabelos, você usa eles azuis que por sinal ficam lindos em você, mas já sofreu algum tipo de preconceito no meio da dança?

Eliane Hadassah - Eu acredito que não, o que acontece no meio é que muitas torcem o nariz pra outras por não terem selos de qualidade ou ganhado concursos de dança, não sei se encaixaria em preconceito.

J- A quanto tempo pratica a dança do ventre?

Eliane Hadassah -Bom eu comecei em 2002, mas como parei muitas vezes sempre falo que ao total tenho uns 5 há 6 anos de dança, talvez um pouquinho mais

J- Como e quando foi o seu primeiro contato com a dança?

Eliane Hadassah - Foi na minha primeira escola de dança Luxor em Santana, numa aula experimental com o professora Hayat el Helwa

J- A dança pra você é 100% treino ou 100% alma?

Eliane Hadassah - O ideal seria que pudéssemos aliar as duas coisas juntas né, mas como ando estudando e treinando o corpo muito pouco no momento minha dança está mais ligada ao 100% alma

J- A dança do ventre vem da cultura árabe, você aprecia outras coisas da cultura árabe ou somente a dança do ventre?

Eliane Hadassah - Não! Aaprecio de tudo um pouco, sua história, costumes, comida (essa eu como muito rsrs) e tudo relacionado à ela, inclusive sua atual história.

J- Você tem alguma bailarina em que se espelha?

Eliane Hadassah - São muitas e seria até injusto nomear, mas de modo geral gosto de pegar um que de cada bailarina que gosto na sua dança, seja ela conhecida ou mesmo uma aluna ainda em início de aprendizado porque esse nunca acaba e aprendemos muito com os outros.
 
 

J- Já conhece o país berço da dança do ventre, Egito?

Eliane Hadassah - Será minha primeira ou segunda viagem ao exterior, vai depender da oportunidade

Você acha que a dança do ventre merecia uma entidade de classe que a representasse?

Eliane Hadassah  -Acredito que não, acho que isso não funcionaria numa dança tão livre como a dança do ventre

J- Qual seu estilo preferido?

Eliane Hadassah - Todos, mas em especial as folclóricas e clássicas

J- Os acessórios como espadas, adagas, jarros, candelabros, o que acha deles?

Eliane Hadassah  - Gosto muito de quase todos porque a adaga em si é uma dança difícil de dançar e agradar ao público, não é uma das minhas favoritas.

J- Algum dia pensou em desistir da dança do ventre?

Eliane Hadassah -O tempo todo penso nisso rsrsrs

J- Vi que você dança outros ritmos musicais, faz uma fusão de outros estilos a dança do ventre, você acha que as fusões são sempre bem vindas ou tem um limite?

Eliane Hadassah - Eu gosto das misturas e fusões, acho que os limites pra mim teria mais a ver com vestimentas que tem um povo que quer ficar praticamente pelada e movimentos que as vezes são muito vulgares e fora da dança tradicional, fora esses exageros são bem vindas

J- Atualmente você dá aulas? pode deixar o contanto de sua escola para pessoas interessadas em aprender, conhecer ou contratar para eventos.

Eliane Hadassah - Não dou aulas e faço apenas eventos beneficentes em prol do gatil Lovecats da Vanessa Moura, que é uma protetora independente que precisa de toda ajuda possível pra manter mais de 100 gatos em sua residência. Ela faz um trabalho lindo de resgate e adoção desses pequerruchos. E também participo dos eventos do AADC (Amigos dos Animais que Dançam e Cantam) que ajuda muito esse gatil e outros protetores independentes. Pra saber mais do meu trabalho beneficente é só me chamar inbox no face Eliane Hadassah, ou se inscrever no meu canal do youtube com o mesmo nome e tb entrar na página do AADC – facebook.com/AadAmigosDosAnimaisDancam pra conhecer melhor o projeto

J- Tem algum projeto para o futuro?

Eliane Hadassah - Dançar direitinho rsrsrs e continuar com os projetos beneficentes

J- Eu vejo seus vídeos e fico apaixonado pelos seus movimentos de mãos e braços, os treina muito?

Eliane Hadassah - Deveria, mas no momento meu foco está em equilibrar minha saúde

J- Quem foi sua professora ou professoras de dança?

Eliane Hadassah - A minha primeira professora foi a Kalista, depois Ysmia (ambas não trabalham mais com dança), Jannah el Havanery de quem tive minha maior base na dança, Hayat el Helwa, Lulu Sabongi e Aziza Mor Said.

J- Musicas clássicas, o acha delas? Gosta de dança-las?

Eliane Hadassah - É praticamente só o que danço rsrs porque sinto mesmo uma paixão grande por esse estilo

J- Alguma pergunta que queria me fazer?

Eliane Hadassah - Não sei, minha curiosidade vem do porque você gosta de entrevistar as bailarinas pro seu blog, o que te move à fazê-las?

J- Eu sou um apaixonado pela dança do ventre, ela passa pra mim uma essência pura da feminilidade da mulher, gosto do universo que a envolve, sua cultura e costumes, e montei meu blog justamente pra escrever minhas ideias e opiniões sobre a dança, logo conheci muitas bailarinas e com isso quis saber um pouco do que elas acham da dança, como se envolvem, o acham que poderia melhorar, com isso surgiu as entrevistas a essa mulheres maravilhosas que são todas vocês bailarinas de dança do ventre ou como eu costumo falar bailarinas ventranas

J- Desejo a você habibit um 2018 cheio de muita paz, saúde, felicidades, sucesso e muita dança do ventre, te acho uma bailarina completa e maravilhosa, um sorriso exuberante que encanta quando esta dançando , aprendi a ficar fã seu vendo seus vídeos, um dia vou conhecer seu espaço de aulas. Um grande e carinhoso abraço

Eliane Hadassah - Muito obrigada pelo espaço e seu carinho, será sempre bem vindo!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

EM BREVE LANÇAMENTO DE LIVRO

PODE SE ENCONTRAR O AMOR DA SUA VIDA EM UMA SALA DE BATE PAPO?
 E ELE PENDURAR POR ANOS E ANOS NA DISTANCIA, ATE QUE ACONTEÇA?

EM  ""VAMOS TECLAR?"" VOCÊ CONHECERÁ A HISTORIA DE UM AMOR VERDADEIRO, QUE NASCEU EM UMA SALA DE BATE PAPO E ALONGOU-SE POR ANOS ATE QUE UM DIA FINALMENTE ACONTECEU, SUPEROU IMENSOS OBSTÁCULOS, ADVERSIDADES,  COSTUMES, FAMÍLIAS E NO FIM O AMOR VENCEU.

VAMOS TECLAR? O MAIS NOVO LIVRO DE MARCELO JAMAL, EM BREVE A VENDA.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

VISÃO DE UM SONHO



                                                                                                                             Por: Jamal Marzuq
 
Deitado ao chão;

Ouvindo o quebrar das ondas;

Sentindo a brisa fresca que entra pela porta;

Relaxado, distante, ouço o som de passos, estalados sobre o assoalho de madeira,

Sutil, passos compassados, cadenciados, logo ouço uma musica;

Batidas sonoras, envolventes, me embalam a seguir as batidas com o balançar dos pés;

Abro os olhos e vejo a minha frente, bailando, rodopiando em movimentos inimagináveis;

Ela, pura dança, ela, reluzente, em suas vestes leves, de pele alva, um sorriso triplicado pelo prazer que sente;

Encara-me com seus olhos misteriosos, penetra minha alma, me faz perder os sentidos e ficar ali, parado, abobado, aprovando seu modo de dançar;

Olhando para cada detalhe de seu corpo, analisando a perfeição, observando seus delicados pés, quando tocam ao chão;

Ali, parado, hipnotizado, apenas sou espectador, enquanto ela desenvolve pelo assoalho sua pura coreografia de esplendor;

Já estou vencido, quando ao se aproximar me fixando o olhar, deixa sobre meu inerte corpo um de seus pés repousar;

O toque é fatal, como de uma naja quando pica sua presa, fico imobilizado, sentindo apenas seu toque;

Começa a percorrer meu corpo, vou sentido a maciez passeando por cima do meu corpo, cada movimento seu sobre mim, me faz sentir ondas e mais ondas de choque, entro em estado de nirvana, ela continua com seu pé passeando, explorando toda extensão do meu corpo;

Logo chega ao meu rosto, me olhando nos olhos, repousa sobre minha face seu instrumento de dança, de encanto, sobre meu rosto esta seu delicado pé, o faz passear, sinto seu perfume, quando passa sobre meus lábios é inevitável não deixar a boca se manifestar, um beijo, seguido de um leve abrir de boca, logo seus dedos abrem meus lábios, como se estivessem brincando com eles, é um convite, prendo entre os dentes seus delicados dedos, os beijo, nessa hora o mundo já não faz mais sentido, apenas aquele momento, único, nesse momento sou só seu, você é dona da situação, quando fito seus olhos vejo que estão fechados, curtindo também o meu agrado;

Intensifico em minha boca já não há mais somente seu delicado pé, vou subindo passeando meus lábios em suas pernas, explorando cada centímetro delas, a bailarina fatal se rende, deixa seus joelhos se dobrarem, suas vestes leves facilmente se abrem ao passar das minhas mãos, trago o abraço mais apertado, colo seu corpo ao meu, logo sinto sua respiração ofegante a minha frente, meus lábios sedentos vão de encontro aos seus, receptivos, um novo bale acontece, desta vez sou coadjuvante, nossas línguas em perfeito entrosamento bailam, os olhos cerrados, minhas mãos passeiam por toda extensão do delicado, macio, perfumado e alvo corpo, simultaneamente os olhos se abrem, se encaram, consigo ver através deles sua alma, sua essência, mais uma vez estou perdidamente apaixonado, como se fosse à primeira vez, a trago de encontro ao assoalho, repouso seu corpo sobre o meu, e abraçados peço para esse sonho nunca terminar.

terça-feira, 1 de novembro de 2016


 
DEUSES a Batalha Final

Na antiguidade, no começo de toda a criação o mundo contava com a presença dos deuses na terra, os quais regiam seus dominós e seu povo. Um mundo imenso, em que as fronteiras não se tocavam, cada uma das três grandes terras que haviam, tinham seus deuses, poderosos, venerados, eles não sabiam da existência de outras divindades além de seus domínios, reinavam imponentes sobre seus domínios.

A jornada de um homem pelo mundo trouxe a revelação de que havia outros povos e juntamente com esses novos povos, havia outros deuses.

Ao retornar de sua jornada a sua terra natal na península escandinava, o homem levou ao conhecimento de seu deus rei, Odin, o rei dos deuses, a existência de um reino onde muitos deuses governavam, uma terra onde o próprio sol era o  seu deus, chamava-se Amon-Rá, era de poder infinito e reinava soberano sobre todas as suas terras, Odin não sabia da existência de outro deus além dele seus deuses comandados, não poderia haver na terra outra divindade poderosa, resolve Odin ir ate as novas terras a fim de desafiar o deus sol, Amon-Rá, dando inicio a uma batalha de divindades. Mas, esse despertar de forças sobrenaturais chama atenção de um terceiro reino, do alto de seu imponente monte no mediterrâneo,  Zeus o senhor dos céus resolve conferir esses outros reinos que se despertam, dando assim o encontro dos três grandes deuses e seus deuses aliados.

Uma batalha por poder, conquista, domínio, para definir que é o único e verdadeiro deus, em meio a isso tudo, a humanidade, os mais fracos, que sofrem com a fúria dos deuses em guerra, mas, em seu meio há um homem especial que fara toda diferença nessa batalha de deuses, definindo o futuro de cada um deles.

O mundo não será mais o mesmo depois dessa batalha épica, todas as lendas são verdadeiras.

Venha descobrir o final dessa grande batalha a qual definiu o mundo atual. Por que os deuses viraram mitos e lendas? DEUSES a Batalha Final, o novo livro de Marcelo Jamal, em breve nas livrarias.

domingo, 11 de setembro de 2016


EM BREVE ...... VENTRANA TATTOO....ESTUDIO ESPECIALIZADO EM TATUAGENS PARA BAILARINAS DO VENTRE

terça-feira, 5 de abril de 2016

UMA DANÇA, UMA FILOSOFIA DE VIDA, UMA RELIGIÃO?



                                                                              Por: Jamal


A dança do ventre é além de uma dança, pra mim ela é uma filosofia de vida, uma dança simplesmente mexe com nosso humor, prazer e melhora o desempenho corpóreo, já a dança do ventre ela é completa, mexe com a índole, caráter, o comportamento, o corpo internamente e externamente, o humor, a satisfação, a nossa cultura e muitas outras coisas, cada pessoa sabe os benefícios que a dança do ventre traz, então ela não é mais uma simples dança como é o samba, o forro, o ballet, ela é além de uma dança uma filosofia de vida ou mais, uma religião onde a sua prece é através do corpo com seus movimentos. Todos que se envolvem com a dança do ventre passam a conviver com a sua cultura, suas historias, procura sempre estar envolto do seu ambiente, tenho certeza que todas aqui se pudessem teriam uma casa 100% decorada no estilo árabe, usariam as roupas típicas e se fartariam em sua culinária, esse despertar, esse anseio por essas coisas é da dança, quando se entra nela é como se desligasse a chave do mundo ocidental e ligasse a chave do mundo oriental antigo.

Quem faz dança do ventre não dança por dançar, dança por prazer, se ficar sem dançar ou ensaiar o corpo sente falta, é como um vicio, porem, um vicio bom, a bailarina de dança do ventre na minha opinião esta no degrau mais alto da feminilidade sempre acima das mulheres que não praticam a dança, elas tem sempre um algo a mais, o sorriso delas é o mais brilhante, o olhar mais penetrante, o toque mais envolvente, a beleza mais aflorada, quando andam parece que saem de dentro delas milhões de flores e espalham seu perfume pelo ar, quando trajadas para dançar parecem deusas, o tempo para, os olhos fixam na dança, o coração acelera, a boca seca, o corpo treme, o mundo pode estar em caos e você não tem outra coisa a pensar além da bela dança que esta a sua frente, aquele momento é único, divino, especial, é a bailarina dançando e você ali, parado, hipnotizado como um servo fanático pela sua crença, que o tempo demore a passar, que o derbake nunca se cale e que a bailarina jamais pare de bailar.

A dança do ventre é uma filosofia de vida, é uma religião para quem a pratica e também para quem a assiste, para quem vive dentro do seu universo, eu sou um assíduo praticante da “religião” dança do ventre em sua totalidade, todos os dias assisto os maravilhosos vídeos no youtube de diversas bailarinas brasileiras e internacionais.

Gosto de ler artigos, estudar sobre os movimentos, os ritmos, os sons, os instrumentos, a cultura, a origem, a evolução, e principalmente sobre as nossas divinas bailarinas, e sou um privilegiado pois é no Brasil que estão as melhores bailarinas.

Todas mulheres deveriam conhecer um pouco da “religião” dança do ventre, tenho plena certeza que isso as faria serem muito diferentes, sentiriam o corpo de dentro pra fora, seriam envolvidas pela cultura maravilhosa, seriam de fato mulheres.

Que todas sempre encantem com sua divina dança.

Boa dança a todas

Bailarina foto: Joyce Françoso

quarta-feira, 30 de março de 2016

A EVOLUÇÃO DO NARGUILÉ (SHISHA)


por : Jamal
 

O narguilé instrumento de fumar tabaco aromático tão comum no oriente médio e parte da Ásia, entrou definitivamente nas Américas, o Brasil e um grande exemplo disso, nos últimos quatro anos o narguilé deu um “boom”, hoje é comum em qualquer festa ter a presença de um narguilé, sempre que se reúne uma roda amigos lá esta presente o bom narguilé, existem até lounges para se fumar narguilé.


A evolução do narguilé foi grande nos últimos anos, se verem algumas postagens antigas que falo de narguilé, verão que muitas coisas mudaram, como as essências, eu falava das melhores que era praticamente impossível de se conseguir no Brasil, hoje você as compra com facilidade na internet, como exemplo a Tangiers, temos novas marcas como Mazaya, Zomo, Al Rayan e Adalya entre outras, que são de um sabor sem igual e falando em sabores existe uma infinidade de novos sabores, hoje também contamos com acessórios que fazem a sessão da fumada ficar muito mais agradável, como por exemplo, os controladores de calor, que além de substituir o alumínio eles controlam a temperatura no rosh e ainda fazem a função do abafador, e pra quem gosta do tradicional alumínio hoje vendem folhas grossas que não rasgam facilmente e evitam que o carvão ceda e encoste-se à essência, as mangueiras são um show a parte, feitas de plástico ou silicone a prova de fogo, você pode lava-las e não tem o risco das tradicionais de enferrujarem por dentro, além do fluxo que é muito melhor, agora falando em fluxo, os novos narguilés disponíveis no mercado dão um show, você pensa em puxar a fumaça já esta em sua boca, chega de fumar os tradicionais narguilés com fluxo pesado, hoje os novos narguilés tem fluxo totalmente livres, (se bem que um caminho longo e pesado acentua o sabor da fumada). Existem uma infinidade de acessórios para você “tunar” o seu narguilé, como vasos decorados, capas de mangueiras, abafadores, rosh dos mais diversos tipos e desenhos, tapetes de borrachas de proteção, bolsas para transportes, sistemas para evitar de subir agua quando sopramos e eficientes respiros que soprando o mínimo ele da evasão a toda fumaça do vaso.
 

Parece que o Brasil entrou de vez na tradição oriental do uso do narguilé, ah, eu ia me esquecendo de um importante detalhe, todos os narguilés comercializados são de uma única saída, isso é o mais importante, o narguilé é feito pra se fumar socializando, passando a mangueira de mão em mão, aquela coisa de duas, três ou mais saídas era uma furada, ficava cada um com sua mangueira e acabavam não se socializando, no oriente médio é uma regra fumar na mesma mangueira, isso demostra amizade e companheirismo. Boa baforadas a todos e viva o velho e bom narguilé (shisha).